Processo de Acolhimento na SaúdePowered by Rock Convert

A gestão da saúde pública é pautada em desafios que devem ser superados no curto prazo pelos gestores e profissionais envolvidos nas instituições. Controlar quantidade de leitos ocupados e disponíveis, equipamentos, insumos e medicamentos, além do fluxos de atendimentos, constituem alguns dos desafios cotidianos.

Contudo, os avanços tecnológicos têm contribuído para otimizar consideravelmente estes processos.

Neste artigo, você irá conferir 5 dicas indispensáveis para otimizar o serviço e a experiência do usuário na saúde pública.

Acompanhe!

Gestão da Saúde Pública: Entenda os princípios do SUS

Visando ao cumprimento dos princípios que regem o Sistema Único de Saúde (SUS), os gestores que estão à frente das instituições da rede pública se deparam com alguns desafios que giram, principalmente, em torno da organização.

O SUS possui os seguintes princípios:

  • Universalização: Refere-se ao acesso às ações e serviços de saúde, que devem ser garantidos a todas as pessoas, independentemente de sexo, raça, ocupação ou outras características sociais ou pessoais.
  • Equidade: Seu objetivo é a diminuição da desigualdade. Ou seja, é necessário investir mais onde a carência é maior.
  • Integralidade: Neste princípio, há a integração de ações, incluindo a promoção da saúde, prevenção de doenças, tratamento e reabilitação. A integralidade pressupõe a articulação da saúde com outras políticas públicas, visando assegurar uma atuação intersetorial entre as diferentes áreas que tenham repercussão na saúde e qualidade de vida dos cidadãos.

Já os princípios organizativos estão pautados na seguinte forma:

  • Regionalização e Hierarquização: Os serviços devem ser organizados em níveis crescentes de complexidade, circunscritos a uma determinada área geográfica, planejados a partir de critérios epidemiológicos. Ou seja, o objetivo da regionalização é a articulação entre os serviços que já existem, visando o comando unificado dos mesmos. Já a hierarquização, refere-se à divisão de níveis de atenção e a garantia de formas de acesso a serviços que façam parte da complexidade requerida pelo caso, nos limites dos recursos disponíveis em determinada região.
  • Descentralização e Comando Único: O objetivo da descentralização é a prestação de serviços com maior qualidade e, também, garantir o controle e a fiscalização por parte dos cidadãos. No SUS, a responsabilidade pela saúde deve ser descentralizada até o município. Já no Comando Único, cada esfera do governo é autônoma e soberana nas decisões e atividades, respeitando os princípios gerais e a participação da sociedade.

Agora que entendemos um pouco mais sobre os princípios do Sistema Único de Saúde, confira cinco dicas indispensáveis para otimizar a sua gestão da saúde pública.

Vamos lá?

1. Implemente um sistema de gestão da saúde integrado

Para que uma estratégia de gestão em saúde seja eficiente, é imprescindível contar com um sistema de gestão que possibilite a reunião de dados em um único lugar, além de permitir que os profissionais de todos os setores da instituição tenham acesso ao que está sendo realizado.

Por exemplo, é importante que o setor administrativo tenha acesso e conhecimento acerca dos recursos e insumos que estão sendo utilizados, dispensa de medicamentos, entre outros, para evitar desperdícios e melhorar a gestão da instituição.

Dentre as vantagens de um sistema de gestão da saúde, podemos citar: agilidade nos procedimentos, melhora da estratégia da instituição, promoção da humanização na assistência ao paciente, redução de custos e interoperabilidade.

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2. Utilize a tecnologia no agendamento de consultas médicas

A humanização no atendimento é dos principais pilares da área médica. 

Sendo assim, contar com uma plataforma que permita a integração com um aplicativo para marcação de consultas, realizada pelo próprio cidadão, a partir de um aparelho smartphone, melhora consideravelmente a organização do fluxo de atendimento.

Adotar essa prática também evita a formação de filas e aglomeração de pessoas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). O uso de plataformas de marcação de consultas on-line, como o Hora Marcada, possibilita maior agilidade, segurança e conforto ao paciente.  

A automatização de alguns procedimentos que antes eram realizados manualmente e de forma mais burocratizada faz parte da transformação digital na saúde e permite a realização de uma gestão mais eficaz e eficiente.

3. Adote a estratégia de análise de dados

Atualmente, com a tendência da saúde digital, a utilização do BI no setor traz grandes vantagens. Contar com sistemas e soluções que unifiquem dados difusos permite que o gestor e sua equipe tenha um panorama integrado da instituição ou unidade de saúde, de forma que a gestão torne-se eficiente.

O prontuário eletrônico do paciente (PEP) é uma das fontes em que pode haver uma análise detalhada dos dados inseridos e, assim, render insights e estratégias para a equipe.

Um estudo, da consultoria Frost & Sullivan, aponta que o mercado de coleta e análise de dados movimentou mais de R$ 10 bilhões na América Latina em 2016. A estimativa é que o valor triplique até 2022.

Leia também: Health Analytics: Como as análises de dados influenciam a saúde pública

4. Promova humanização e individualidade na assistência ao paciente

Uma forma eficiente de realizar a gestão da saúde pública, é promover uma assistência humanizada e individualizada para cada paciente. Além de proporcionar a sua segurança, também evita que a pessoa seja consultada por outros especialistas, diminuindo, assim, as longas filas de espera para realização de exames. É preciso atenção às características singulares de cada paciente e ao local onde vive.

5. Capacite a equipe de colaboradores

Investir em capacitação para todos os colaboradores da instituição facilitará a gestão e os processos de tomadas de decisões. Com a utilização de novas tecnologias na saúde pública é fundamental que todos os colaboradores da instituição estejam coordenados e consigam desenvolver seu trabalho pautados na utilização das novas ferramentas.

Desta forma, os riscos de falhas poderão ser mitigados e a gestão da saúde pública realizada de forma mais eficiente.

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Neste artigo, você compreendeu os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e conferiu cinco dicas indispensáveis para uma gestão eficiente.

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Até a próxima!


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