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Entenda como é possível tornar mais eficiente o processo de gestão de medicamentos nas unidades de saúde da rede pública!

Conheça a Política Nacional de Medicamentos

A Política Nacional de Medicamentos (PNM) apresenta um conjunto de diretrizes que visa ao alcance de objetivos referentes à gestão de farmácias. Entre as principais finalidades da PNM, podemos destacar:

  • Garantia da necessária segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos;
  • Promoção do uso racional dos medicamentos;
  • Acesso da população aos medicamentos considerados essenciais.

Instituída em 1998, através da Portaria GM / MS nº 3916, possui como diretrizes prioritárias:

  • Revisão permanente da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename);
  • Reorientação da Assistência Farmacêutica;
  • Organização das atividades de Vigilância Sanitária de Medicamentos.

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Assistência Farmacêutica: O que é?

Segundo a PNM, a Assistência Farmacêutica é definida como um conjunto de atividades relacionadas com o medicamento, destinadas a apoiar as ações de saúde demandadas por uma comunidade.

No Sistema Único de Saúde (SUS), os medicamentos disponíveis para o tratamento de doenças ou de agravos são padronizados na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename).

É importante salientar que a responsabilidade no processo de gerenciamento de medicamentos é descentralizada para as instâncias gestoras do SUS, ou seja, a Comissão Intergestores Tripartite  (CIT), composta pelas esferas Federais, Estaduais e Municipais.

Esta responsabilidade está definida em três componentes:

  1. Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF): Contém os medicamentos e insumos utilizados no âmbito da atenção básica em saúde. Os pacientes conseguem obter acesso a eles através das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de onde residem.
  2. Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica (CESAF): Nesta modalidade, estão inseridos os medicamentos para o tratamento de doenças que caracterizam problemas de saúde pública. Por isso, estão incluídos em Programas Estratégicos do Ministério da Saúde, seguindo protocolos e normas específicas.
  3. Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF): Objetivo é a garantia da integralidade do tratamento medicamentoso em todas as fases evolutivas das doenças contempladas, em nível ambulatorial.

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Gestão de medicamentos no SUS

Gestão de medicamentos: Como evitar o desperdício?

O uso racional dos medicamentos é uma das premissas da PNM. Confira, a seguir,  três dicas para garantir uma gestão de farmácia eficiente.

Atenção à validade

Devido à alta demanda de recebimento de medicamentos, é de extrema importância que se tenha atenção e controle quanto à data de fabricação, lote e validade.

Nas instituições de saúde e farmácias populares, em que há dispensa de medicamentos, é importante que haja um controle acerca  da saída e do uso do medicamento que o paciente realiza.

A ideia é que, com a chegada de um novo lote, os medicamentos já existentes sejam colocados à frente, para que sejam utilizados e não tenham sua data de validade expirada. Desta forma, é possível calcular o prazo da medicação até o paciente precisar utilizar novamente.

A tecnologia é uma excelente aliada neste processo. Com um sistema de gestão da saúde, como o Hygia, o gestor tem a tranquilidade de automatizar a gestão da farmácia e de insumos, além de economizar e evitar o desperdício de medicamentos.

Armazene os medicamentos corretamente

Os medicamentos e insumos devem ser guardados em locais apropriados e limpos, de modo que não percam seu efeito e a segurança ao paciente. Alguns produtos necessitam de refrigeração. É preciso checar a temperatura do refrigerador, além de não deixar os medicamentos expostos à luz solar ou elétrica.

Integre o Prontuário Eletrônico do Paciente à gestão da farmácia

A utilização de um software de gestão da saúde facilita e torna a gestão da farmácia mais eficiente. O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) reúne todas as informações do paciente: seu estado clínico, procedimentos por que passou e medicações receitadas. Seja em nível de internação ou ambulatorial.

Desta forma, a integração com o PEP e o módulo de gestão de farmácia são grandes parceiros quando o assunto é eficiência e agilidade na gestão de medicamentos.

Um software permite que informações sobre possíveis alergias, interações medicamentosas com medicamentos que o paciente já utiliza, além de outros aspectos, fiquem sempre em evidência.

Desta forma, há um controle sobre a dispensa de medicamentos, maior segurança ao paciente e economia ao gestor de saúde.

A informatização do sistema de gestão de medicamentos traz inúmeras vantagens, dentre as quais podemos citar:

  • Controle de estoque e dispensa de medicamentos;
  • Segurança do paciente;
  • Gestão de medicamentos de alto custo;
  • Combate a fraudes e falta de medicamentos;
  • Maior economia.

De acordo com a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), a dispensação de medicamentos representa aproximadamente 11% dos custos de uma unidade de saúde.

Além da questão econômica, a utilização da tecnologia a favor da saúde promove uma gestão eficiente, diferenciada e segura.

Gestão de Medicamentos: Entenda como o Hygia auxilia no processo

O Hygia é um software de gestão da saúde voltado ao setor público. A versão Full do sistema é personalizada de acordo com as necessidades específicas das unidades de atendimento dos municípios. A instalação do sistema pode ser realizada tanto on-premise (em servidores ou computadores no local) quanto na nuvem.

Já a versão Lite, mais compacta, foi desenvolvida para prefeituras de cidades com até 100 mil habitantes. Além de promover a informatização das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), o sistema está integrado à atenção especializada, farmacêutica e de urgência / emergência.

O software apresenta um módulo de gestão de farmácia, que permite maior eficiência e agilidade na dispensa de medicamentos e insumos, evitando fraudes e descontrole no gerenciamento dos produtos.

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