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Para que uma instituição de saúde funcione com qualidade e eficiência, é imprescindível que haja investimento em inovação em saúde.

Já passou o tempo em que as atividades administrativas de uma instituição de saúde eram executada de forma manual e analógica.

A globalização e a chegada da transformação digital na saúde proporcionaram mudanças que permitem atendimento ágil e uma gestão de qualidade.

Neste artigo, vamos apresentar 3 desafios para os gestores e mostrar como a inovação em saúde pode ajudar a resolvê-los!

Continue a leitura.

Inovação em saúde: O que é?

Antes de partirmos para os principais desafios dos gestores, é importante que você entenda o conceito de inovação em saúde. 

Quando as competências do Sistema Único de Saúde (SUS) foram implementadas, a Constituição Federal de 1988 também incluiu o desenvolvimento científico e tecnológico.

Sendo assim, dentro da Política Nacional de Saúde também desenvolveu-se a Política de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (PNCTIS).

O seu objetivo é o fortalecimento da produção e a partilha de conhecimentos essenciais da área, além de maior articulação entre as ações voltadas ao científico-tecnológico e a política de saúde.

É válido lembrar que o processo de inovação em saúde no Brasil teve início em 1994.

Porém, foi consolidado em 2003 por meio da criação dentro do Ministério da Saúde, da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em saúde.

Portanto, a inovação em saúde é extremamente importante para que haja consolidação das estratégias e consequentemente melhora na assistência aos usuários do SUS.

De forma resumida, ela refere-se à implementação de novas tecnologias, sistemas de gestão da saúde, novas formas de trabalho, objetivando a qualidade dos serviços ofertados.

Desafios para os gestores da saúde 

Agora que entendemos o conceito de inovação em saúde, chegou o momento de conhecermos os principais desafios que os gestores hospitalares enfrentam em seu cotidiano.

Manter a instituição de saúde em pleno funcionamento, ao mesmo tempo em que exerce a função de salvar vidas, muitas vezes, demanda um grande equilíbrio por parte do profissional. 

Veja os 3 desafios para os gestores em seu cotidiano e saiba como resolvê-los agora mesmo.

Continue conosco!

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1. Superlotação das unidades de saúde

Esse é um dos principais problemas encontrados nas instituições de saúde da rede própria do Estado, que geram reclamações tanto de pacientes quanto de funcionários que ficam sobrecarregados. 

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sete em cada dez brasileiros dependem do Sistema Único de Saúde (SUS).

Sendo assim, é muito fácil haver superlotação em casos de uma gestão deficiente.

Para melhorar este quadro, os gestores têm a opção de utilizar uma plataforma de gestão da saúde que contenha módulo integrado ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e com a central de regulação. 

Assim, o processo de admissão e/ou o transferência do paciente é realizado de forma ágil e segura, evitando uma superlotação na unidade de saúde.

Contar um módulo de gestão de leitos também é crucial neste processo, já que através de um controle referente às altas e admissões de pacientes, todo o fluxo e a jornada de trabalho torna-se mais controlada.

2. Comunicação ineficiente

Você sabia que uma das principais causas de contratempos nas instituições de saúde refere-se à falta de comunicação eficiente?

A boa notícia é que graças à transformação digital na saúde, todos os processos passaram ser otimizados e integrados, obtendo um retorno em tempo real.

Um sistema de gestão completo como o Hygia, proporciona integração com todas as informações do paciente de forma que o atendimento torna-se ágil e eficiente.

3. Descontrole de gastos

Como dissemos anteriormente, algumas instituições de saúde sofrem com a superlotação de pacientes.

Sendo assim, devido à alta rotatividade e até mesmo o número de internações, pode acontecer um descontrole dos gastos, levando à prejuízos financeiros e falta de insumos e medicamentos para os pacientes.

O Hygia é um sistema de gestão da saúde voltado ao setor público, que também conta com módulos voltados ao controle de recursos, evitando assim, fraudes.

O módulo de gestão de farmácia, integrado ao Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é um grande aliado dos gestores quando o assunto é redução de custos, eficiência e agilidade. 

Um software permite que informações sobre possíveis alergias, interações medicamentosas com remédios que o paciente já utiliza, além de outros aspectos, fiquem sempre evidentes.

Desta forma, há controle sobre a dispensa de medicamentos, maior segurança ao paciente e economia ao gestor de saúde.

Dentre as vantagens de contar com um sistema de gestão de insumos, equipamentos e medicamentos, estão:

  • Controle de estoque e dispensa de medicamentos
  • Segurança do paciente
  • Combate a fraudes e falta de medicamentos
  • Maior economia
  • Gestão de medicamentos de alto custo.

Para conhecer todas as funcionalidades do Software de Gestão da Saúde Pública, Hygia, acesse nosso site!

Neste artigo você conheceu os principais desafios do gestores e entendeu como a inovação em saúde ajuda na tomada de decisões e melhora da qualidade assistencial ao paciente!

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Categorias: Gestão da Saúde

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