Processo de Acolhimento na SaúdePowered by Rock Convert

O programa de residência médica é uma modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos, sob a forma de curso de especialização, sendo caracterizado por treinamento em serviços de saúde.

A duração do curso de medicina é de seis anos. Ao finalizar a graduação, o aluno deverá ingressar no programa de residência médica por mais dois anos, em que obterá o título de especialista no ramo escolhido.

Neste artigo, você entenderá como funciona o programa de residência médica, sua importância no Sistema Único de Saúde (SUS), como implementar uma gestão eficiente e muito mais.

Continue a leitura!

Programa de Residência Médica: Entenda o conceito

O programa de residência médica foi instituído no Brasil através do Decreto nº 80.281, de 5 de setembro de 1977, e consiste em uma pós-graduação gerenciada pelo Ministério da Educação (MEC).

Seu regimento é determinado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).

Durante o período do internato, os alunos passam por estágios que contam com aulas práticas nas principais áreas médicas, sendo elas:

  • Clínica Médica;
  • Clínica Cirúrgica;
  • Pediatria;
  • Ginecologia e Obstetrícia;
  • Atenção Primária à Saúde.

No Sistema Único de Saúde (SUS), os programas de residência médica são voltados à atenção básica à saúde, medicina familiar, clínica médica, medicina de emergência, entre outras especialidades.

Dentre as principais finalidades do programa, podemos destacar a melhora da qualidade assistencial ao paciente, além do desenvolvimento de habilidades técnicas e incorporação da humanização na prática médica.

O programa de residência médica funciona em instituições de saúde, sob orientação de profissionais médicos de elevada qualificação ética e profissional.

É importante ressaltar que a expressão “residência médica” só pode ser utilizada para programas credenciados pelo CNRM, em que consta, em sua composição, a participação dos órgãos do governo, entidades médicas e representação dos residentes.

Leia também: Gestão de medicamentos: Como a automatização melhora o processo?

Programa de Residência Médica: Como melhorar a gestão?

Sabemos que o setor da saúde também vem passando por transformações digitais de forma contínua.

Automatização de procedimentos; interoperabilidade; gestão de processos, recursos e insumos; implementação de sistemas de gestão da saúde; e prontuário eletrônico marcam presença no cotidiano de gestores e profissionais da área.

Para realizar uma gestão eficiente, é preciso contar com soluções de Tecnologia da Informação (TI), como softwares que automatizam e otimizam processos.

Dentre as vantagens de um sistema de gestão, podemos destacar:

  • Otimização e melhor estruturação de processos;
  • Gerenciamento e armazenamento de dados com maior qualidade e eficiência;
  • Possibilidade de melhor comunicação entre os membros das equipes multidisciplinares e acesso às informações em tempo real e de forma segura;
  • Controle financeiro e administrativo;
  • Agilidade nas tomadas de decisões.

Leia também: Sistema de gestão em  saúde: Como implantar em municípios pequenos?

Conheça o Hygia Universidades 

O software de gestão da saúde Hygia promove a integração entre as unidades de saúde da rede pública, a fim de otimizar processos gerenciais.

Além de conter vários módulos de gestão integrados, a solução também conta com uma versão destinada exclusivamente a clínicas universitárias, o Hygia Universidades.

O sistema traz mais eficiência para a gestão da saúde e contribui para a humanização do atendimento.

Permite o controle de fluxos de atendimentos, administração de recursos e gerenciamento eficiente das clínicas universitárias, que acolhem grande parte da população e contribuem para a formação dos profissionais de saúde.

Conheça, a seguir, os principais benefícios do Hygia Universidades!

  • Captação de Pacientes: redução de filas, encaminhamento e agendamento para o próximo atendimento;
  • Regulação: o sistema obedece a todos os procedimentos estabelecidos  pelo Ministério da Saúde;
  • Organização do Fluxo: acolhimento por meio de senhas e marcação de consulta remota;
  • Registro do Atendimento: identificação do responsável pelo atendimento, com a validação registrada pelo professor;
  • Prontuário Eletrônico:  integração de todas as informações do paciente em um único lugar;
  • Medicamentos: gestão adequada para grandes demandas de atendimentos;
  • Supervisão Didática: o professor acessa e valida os registros de atendimentos realizados pelos alunos.

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