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A redução da taxa de mortalidade infantil é um dos grandes desafios no Sistema Único de Saúde (SUS). Utilizar sistemas de gestão centralizados é uma alternativa para auxiliar na criação de políticas públicas e estratégias que visam a redução da taxa.

Neste artigo, vamos explicar como a tecnologia e o uso de sistemas de gestão centralizados e integrados aos dados, permitem a busca por populações de risco, além do acesso ao histórico da criança e também da gestante.

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Sistemas de Gestão Centralizados: Qual é a sua importância?

 O Brasil possui muitas diferenças sociais e culturais. Estas diferenças tornam-se desafiadoras no tocante à elaboração e execução de políticas públicas que reduzam a taxa de mortalidade de crianças no seu primeiro ano de vida.

As maiores dificuldades podem ser relacionadas à questões de acessibilidade. Sendo assim, a utilização de soluções e recursos tecnológicos torna-se necessária para que haja uma assistência mais integralizada, além de humanizada e ágil. 

Em relação ao controle da taxa de mortalidade infantil, é preciso realizar o pré e pós-natal de maneira adequada e a tecnologia é uma excelente aliada neste processo.

Os sistemas de gestão da saúde podem ser integrados às estratégias que derivam das políticas públicas, como por exemplo programas voltados ao pré-natal, vacinação e acompanhamento geral da gestante, acompanhamento da população infantil, entre outros.

Em outras palavras, a utilização de sistemas de gestão centralizados permite ao gestor e aos profissionais de saúde, o acesso a dados confiáveis do paciente, como por exemplo, exames, vacinas, condutas, antecedente de pré-natal, entre outros.

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Neste cenário, a tecnologia tem papel centralizador de informações que possibilita a tomada de decisões de acordo com os dados históricos do paciente.

Visando alcançar as condições de uma análise baseada em dados, podemos citar algumas iniciativas do Sistema Único de Saúde (SUS):

  • Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC);
  • Cartão do SUS;
  • Informatização de Unidades de atendimento médico.

Entre outras.

Existem alguns fatores que contribuem para a alta taxa de mortalidade infantil, como saneamento básico, educação, assistência, dentre outros.

 Os sistemas de gestão da saúde devem ser centralizados e integrados com as outras áreas, para que, dessa forma, haja o mapeamento de riscos, auxiliando os profissionais tanto na tomada de decisão, quanto na definição das estratégias e políticas públicas.

Além do mapeamento de riscos, a tecnologia é uma excelente aliada quanto à necessidade de emitir alertas periódicos aos profissionais, caso a criança não tenha tomado a vacina, ou não tenha realizado determinado exame ou procedimento necessário, entre outros.

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 É preciso que o sistema de gestão possua uma integração com a prática médica, de forma  a identificar os riscos, lacunas e possibilitar a ação sobre eles.

Não podemos deixar de salientar que a qualificação também é  aliada à tecnologia. Não adianta utilizar recursos sem a devida capacitação, o resultado seria desastroso.

É preciso que o gestor atente para a prestação de uma assistência baseada em aspectos qualitativos e, nesse caso, contar com plataformas de educação, como a Educação a Distância (EaD) é uma boa alternativa.

Já em relação aos aspectos quantitativos, é preciso atenção à ampliação de programas de coberturas vacinais e consulta pré-natal. A assistência deve ser oferecida de forma integral tanto à mãe quanto à criança, a fim de reduzir a taxa de mortalidade infantil.

Sistemas de gestão centralizados

Estratégia Saúde da Família (ESF) vs Mortalidade Infantil

Considerada como uma porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS), o programa “Estratégia Saúde da Família” (ESF) é prioritário na Atenção Básica brasileira.

Inicialmente a ESF era conhecida como Programa Saúde da Família e teve sua implantação no SUS na década de 1990, com o objetivo de ampliar o acesso da população à saúde básica.

Equipes de saúde multiprofissionais, são compostas por médico generalista ou especialista em saúde da família, enfermeiro generalista ou especialista em saúde da família, auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde (ACS).

Atualmente, a ESF está implantada em 98,4% dos municípios brasileiros. São 43.190 equipes distribuídas em 5.480 municípios brasileiros.

Dados divulgados pelo Insper, apontam que os municípios que implantaram a Estratégia Saúde da Família anteriormente e com maior cobertura, obtiveram resultados positivos na redução da taxa da mortalidade infantil.

Conheça o Hygia

O Hygia é um sistema de gestão da saúde voltado ao setor público, desenvolvido para automatizar e promover a integração entre as unidades de saúde da rede pública, além de promover a informatização de clínicas universitárias.

A solução possui duas versões:

O Hygia Lite, uma versão mais compacta e econômica voltada à prefeituras de pequenos municípios;

O Hygia Full é uma versão mais completa e robusta, voltada ao atendimento de demandas presentes em prefeituras de grandes cidades.

O software de gestão  promove maior eficiência na gestão da saúde, além de reduzir filas e possibilitar a assistência humanizada ao paciente desde a admissão, até a alta hospitalar.

A solução dispõe de vários módulos integrados, dentre eles estão:

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