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A taxa de ocupação hospitalar é um importante indicador para a realização de uma gestão eficiente.

Diante do cenário da pandemia causada pela disseminação do novo coronavírus (Covid-19), os gestores e autoridades públicas estão acompanhando de forma minuciosa a taxa de ocupação hospitalar no Sistema Único de Saúde (SUS).

Devido à alta transmissão do Sars-coV-2, a população vem necessitando cada vez mais de atendimento nas unidades de saúde com sintomas da infecção e, sendo assim, há sobrecarga nos hospitais, levando à falta de leitos.

Neste post, você vai entender o que é a taxa de ocupação hospitalar, a sua importância e como o acompanhamento do indicador proporciona melhorias na gestão da saúde pública.

Continue conosco!

Taxa de ocupação hospitalar: Entenda o que é

A gestão de uma unidade de saúde da rede pública, enfrenta vários desafios. Um deles, é a alta demanda de atendimentos médicos pela população, que foi piorada com a pandemia da Covid-19.

A fim de manter o funcionamento, maximização da capacidade de atenção ao paciente e o fornecimento de uma estrutura adequada para a prestação da assistência médica, é preciso que os gestores monitorem regularmente alguns indicadores como a taxa de ocupação hospitalar.

Ela é responsável pela disponibilização de informações acerca da capacidade de atendimento da unidade de saúde, permitindo a avaliação sobre a existência de leitos disponíveis ou a indicação de lotação máxima.

Desta maneira, os gestores conseguem tomar decisões estratégicas baseadas nos dados coletados, além de dimensionar o perfil da utilização dos serviços e a média de permanência dos pacientes na instituição.

O cálculo da taxa de ocupação hospitalar é realizado por meio do percentual da quantidade de pacientes atendidos diariamente e o número de leitos disponíveis na instituição de saúde.

É válido ressaltar que aqueles [leitos] que estiverem bloqueados, não devem ser incluídos na conta.

Porém, visando a precisão dos dados para a tomada de decisão mais assertiva, o recomendado é contar com um sistema que automatize a operação.

Taxa-de-ocupação-hospitalar

Qual a importância do acompanhamento da taxa de ocupação hospitalar?

Sabendo o conceito da taxa de ocupação hospitalar, o entendimento acerca da importância do seu acompanhamento na instituição de saúde é facilitado. Continue a leitura!

Como vimos anteriormente, esse é um dos indicadores fundamentais para uma gestão da saúde eficiente.

Os gestores vêm enfrentando o desafio da alta demanda de atendimentos durante a pandemia e o reflexo são as unidades com a sua capacidade quase saturada.

Monitorar o indicador da taxa de ocupação hospitalar traz os seguintes benefícios:

  • Conhecimento acerca da capacidade de ocupação da unidade de saúde
  • Redução de custos
  • Oferta de assistência médico-hospitalar mais eficiente à população
  • Melhora da infraestrutura
  • Evita sobrecarga de trabalho aos profissionais de saúde
  • Otimiza a tomada de decisões estratégicas

Entre outros.

Os dados mensurados por meio do indicador auxilia no acompanhamento e entendimento de algumas variáveis, como por exemplo, a rotatividade, o tempo de ocupação, ociosidade, permitindo, assim, um planejamento estratégico mais preciso.

Taxa de ocupação hospitalar x Gestão Eficiente

Atualmente estamos vivenciando a pandemia de uma doença que, em sua forma grave, demanda longos períodos de internação.

 A administração pública vêm tomando medidas de restrição ou relaxamento da quarentena, baseado no indicador da taxa de ocupação nas unidades de saúde.

É de extrema importância que os gestores acompanhem os indicadores, de modo a evitar a falta de leitos ou que o sistema de saúde fique sobrecarregado. 

É possível realizar um mapeamento e planejar, de forma efetiva e segura, a ampliação de estrutura, aquisição de equipamentos, insumos e recursos que proporcione o melhor acolhimento e assistência ao paciente.

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O Hygia é um sistema de gestão da saúde pública desenvolvido por especialistas, voltado à automatização de processos e à promoção da integração entre as unidades de saúde da rede pública. 

O sistema também realiza a informatização de clínicas universitárias, garantindo assim, mais eficiência para a gestão da saúde, além de reduzir filas para atendimento e promover a assistência ao paciente de forma mais humanizada.

A solução possui duas versões. O Hygia Lite, versão mais compacta e econômica do sistema, foi desenvolvido para atender demandas de prefeituras de cidades com até 100 mil habitantes. 

Além de promover a informatização da Unidade Básica de Saúde (UBS), também está integrado à atenção especializada, farmacêutica e de urgência e emergência.

Já a versão Hygia Full, é mais completa e reúne todas as funcionalidades de um software robusto para a gestão da saúde. 

Customizada para atender com eficiência as demandas das unidades de saúde presentes em grandes cidades, a solução ajuda a garantir uma gestão otimizada e promover o acolhimento humanizado da população.

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Anne Coifman

Jornalista de formação, sou apaixonada pela área da saúde pública, possuindo vasta experiência em Secretaria Estadual de Saúde e Vigilância Sanitária. Sempre atenta, busco o melhor das informações para proporcionar melhorias na gestão das unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

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