A assistência farmacêutica prestada pela iniciativa pública para a população é um importante passo para a saúde dos cidadãos. No Brasil, alguns programas como a Política Nacional de Assistência Farmacêutica (PNAF) respaldam a compra e distribuição de medicamentos para a população.  

Com a chegada da PNAF, a gestão de assistência farmacêutica ganhou ainda mais importância quando falamos de saúde pública.  

Porém, é necessário uma boa distribuição e gestão de farmácia no Sistema Único de Saúde (SUS) para que os pacientes certos sejam beneficiados com essa assistência e as compras não pesem no bolso das contas públicas. 

É sobre esse assunto que vamos falar neste artigo, que abordará como um sistema de gestão de saúde pode auxiliar o governo nesse processo.  

Continue a leitura e tire suas dúvidas! 

Leia também: Gestão de medicamentos: Como a automatização melhora o processo?

Política Nacional de Assistência Farmacêutica: entenda o que é  

As estratégias do SUS sobre a distribuição de medicamentos já existem desde 1998, com a Política Nacional de Medicamentos (PNM). O surgimento da PNAF se deu por meio da 12ª Conferência Nacional de Saúde.  

A Resolução nº 338/2004 publicada pelo Ministério da Saúde oficializou a PNAF, que foi tida como parte integrante e direta da Política Nacional de Saúde. 

A PNAF já tem quase duas décadas e trouxe para a saúde pública algumas ações com propósito de promoção da saúde, prevista em princípios constitucionais. Ela foi um marco no avanço das ações voltadas para políticas públicas de distribuição de medicamentos para a população.  

Com a PNAF, foi criada uma base para várias regulamentações das seguintes áreas: 

  • qualidade e segurança; 
  • criação de mecanismos pela regulamentação e monitoramento de insumos; 
  • ações de disciplina na prescrição, entrada e saída de medicamentos.

A PNAF envolve, principalmente, direitos e garantias fundamentais para o cidadão brasileiro.  

A tecnologia como aliada na gestão de farmácia no SUS 

A tecnologia atua como um auxílio à assistência farmacêutica prestada pelo SUS. Com um sistema de gestão de saúde pública, é possível realizar o controle de medicamentos, verba, entradas e saídas, licitações e muitos outros processos importantes. 

Um sistema de gestão é modular, ou seja, possui diversos módulos voltados para particularidades singulares, que no caso de gestão de saúde, podem incluir a assistência farmacêutica.  

O Hygia, sistema de gestão de saúde, possui diversos módulos e um deles é o de gestão de farmácias. Ele faz parte das diversas funções disponíveis no software, que ajudam pacientes, profissionais de saúde e, principalmente, gestores.  

Conheça algumas das funcionalidades do Hygia, quando nos referimos a gestão farmacêutica no SUS: 

  • Saídas; 
  • Medicamento; 
  • Administração;
  • Movimentação; 
  • Gestão de estoque; 
  • Parâmetros; 
  • Hórus (integração de informações com o sistema de controle do Ministério da Saúde); 
  • Sistema Externo de Almoxarifado.

Juntas, todas essas funcionalidades são capazes de gerenciar todo o processo de assistência farmacêutica, que vai desde as licitações para compras de medicamentos, até a saída para a casa de pacientes.  

O Hygia possui interface com softwares externos de almoxarifado, responsáveis por fazer o pedido de compras de novos medicamentos. 

“Eu tenho toda a rastreabilidade, desde a licitação, até o paciente que recebeu o medicamento. Para os gestores, isso gera confiança pois ficam mais tranquilos com relação a desvio”, destaca Wellington Marsicano, Analista de Sistema Sênior do Hygia. 

Veja com mais detalhes algumas das funções citadas! 

Gestão de estoque 

Com essa funcionalidade, o servidor público de saúde consegue saber onde existe o medicamento que o paciente busca, podendo informá-lo sobre a disponibilidade em outra localidade. O Hygia integra todas as unidades de saúde e, dessa forma, essa informação fica à disposição do profissional certo. 

Saídas 

A funcionalidade permite que o servidor controle a saída do medicamento, restringindo a entrega, inclusive, em uso contínuo. Isso permite que sejam evitadas perdas de medicamentos. Essa prevenção gera um benefício econômico para os pacientes, que sempre terão acesso ao medicamento e, para as prefeituras, que não sofrem com prejuízos financeiros. 

Hórus 

A aplicação permite ainda a integração e envio de informações para o Ministério da Saúde, por meio do Hórus, o Sistema Nacional de Controle de Assistência Farmacêutica, o qual conheceremos mais a respeito logo a seguir. 

Hórus: Sistema Nacional de Controle de Assistência Farmacêutica 

Em 2017, surgiu o Hórus, o Sistema Nacional de Controle de Assistência Farmacêutica, implementado pelo Ministério da Saúde.  

A aplicação é integrada ao Hygia e é possível enviar informações requisitadas pelo Ministério da Saúde.  

Atualmente, o Hórus atua em âmbito nacional e se divide em quatro módulos:  

  • módulo básico; 
  • módulo especializado; 
  • módulo estratégico; 
  • módulo indígena.

A integração com o Hygia funciona como uma prestação de contas com o Ministério da Saúde, para que se saiba dos processos de compra e distribuição de medicamentos.  

Gestão de saúde pública: conheça o Hygia 

Neste artigo, você conheceu a Política Nacional de Assistência Farmacêutica (PNAF), como a tecnologia auxilia na gestão de medicamentos e como isso contribui para a população e governo.  

Além disso, você também conheceu alguns detalhes do funcionamento do Hygia, como um sistema de gestão de saúde pública completo.  

Se você quer saber mais detalhes desta aplicação, fale conosco e peça uma demonstração gratuita. Acesse também o nosso site e conheça tudo o que temos a oferecer para o segmento da saúde.  

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