O uso do prontuário eletrônico facilitou a rotina dos médicos para ter acesso a todo o histórico médico dos pacientes

O prontuário médico é uma ferramenta indispensável para qualquer médico. Nele constam todas as informações e dados pessoais dos pacientes. Está disponível o histórico familiar, anamnese, descrição e evolução de sintomas e exames, além das indicações de tratamentos e prescrições.

O prontuário é composto por informações valiosas tanto para o paciente como para o próprio médico. Seu principal objetivo é facilitar assistência ao paciente.

Por muitos anos, o prontuário médico era uma folha impressa, onde o médico incluí todas as informações manualmente. Com a informatização e sistematização, agora os prontuários são eletrônicos – o que facilitou o dia a dia dos profissionais.

Neste post, apresentamos como o prontuário eletrônico, mais conhecido como PEP, passou a fornecer informações mais precisas da saúde do paciente. Também apresentamos motivos para você adotar essa ferramenta em sua clínica universitária ou nas prefeituras. Acompanhe!

O que é o prontuário eletrõnico

O que é o Prontuário Eletrônico do Paciente?

A modernização nos sistemas de atendimento médico à população ainda é recente. Embora os responsáveis pela gestão da saúde e os ministérios estejam exigindo que as unidades de saúde se modernizem. Para isso bons equipamentos, melhores estruturas para acolhimento, sistema com classificação de risco na saúde e adoção do PEP são fundamentais.

O Prontuário Eletrônico do Paciente é um sistema de prontuário médico digital e padronizado. É neste ambiente virtual onde todas as informações oriundas ao estado de saúde do paciente estão inclusas.

Este recurso permite que as informações sejam compartilhadas entre clínicas, laboratórios e outras unidades. Assim, os dados contidos no prontuário eletrônico do paciente podem ser acessados por médicos, enfermeiros e técnicos. Todo histórico fica disponível e facilita a tomada de decisão sobre qual tipo de atendimento o paciente precisará.

Como funciona na prática: Imagine que um paciente de São Paulo faz uma viagem para o Mato Grosso. Durante a viagem, o paciente passa mal e é levado ao hospital. Sem o PEP ele passaria por uma bateria de exames para saber o que aconteceu, além de tomar mais tempo para conhecer o caso.

Com o prontuário eletrônico, o médico acessa todo o histórico do paciente: se é alérgico a algum medicamento, se faz uso frequente de medicação, quantas vezes foi atendido, entre outras informações.

Qual a importância do prontuário eletrônico

Qual a Importância do Prontuário Eletrônico

A criação do prontuário eletrônico do paciente foi uma importante criação para facilitar a comunicação e integração sobre o histórico médico de um cidadão.

Em reportagem realizada pelo jornal Folha de São Paulo, durante a quinta edição do fórum “A Saúde do Brasil”, o superintendente do Hospital das Clínicas Antonio José Rodrigues, afirmou é uma maneira de evitar o desperdício de dinheiro na saúde.

“Não faz sentido um paciente fazer um exame de tomografia amanhã, e à tarde, se ele se sentir mal, fazer o exame de novo, e ninguém ficar sabendo. Isso é desperdício de dinheiro”, afirmou Rodrigues.

O National Health Service (NHC), teve início em 2002 e é o sistema de saúde público da Inglaterra que inspirou a criação do nosso SUS. A partir da criação dele, foi instituído que além dos médicos, os pacientes também possam acessar os próprios registros, por meio de portais chamados Healthspace.

A implantação do sistema de prontuários eletrônicos surgiu em 2011 com o Sistema Único de Saúde (SUS) e segue paulatinamente pelo Brasil.

Uma vez que o prontuário médico eletrônico estiver integrado, permitirá que as informações dos usuários do SUS sejam integradas ao sistema para agilizar e qualificar o atendimento.

Médicos analisam o prontuário eletrônico

Por que Se Deve Implantar o Prontuário Eletrônico do Paciente?

Muitos gestores desejam ter um sistema que implante o PEP, a fim de tornar sua gestão eficaz.

De acordo com o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), 42% dos estabelecimentos públicos brasileiros registram os dados dos pacientes em papel. Nas instituições privadas, o índice é de 23%. Para conter qualquer tipo de avaria aos dados, 64% dos brasileiros se interessam pelo armazenamento digital de dados clínicos.

Em um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), publicado em 2010, defende que um sistema informatizado é uma das maneiras mais eficazes de garantir atendimento, com maior segurança e qualidade do serviço para o paciente.

O histórico de saúde extraído do prontuário eletrônico de uma população específica é um material valioso. Ajuda a embasar estratégias de gestão, demonstrando que a implantação total do mesmo é fundamental para a sustentabilidade dos setores de saúde pública e privada.

Em 2013, a Secretaria do Estado de São Paulo, criou o sistema S4SP (Saúde para São Paulo), sistema integrado para prontuário eletrônico para a rede do SUS, com dados de 20 milhões de pacientes cadastrados, segundo dados divulgados pelo jornal O Estado de São Paulo.

Com a integração desse sistema, além das próprias estações de acolhimento, as farmácias e laboratórios alimentam o sistema com dados do paciente que fazem uso de medicação contínua e resultado de exames.

A adoção do prontuário eletrônico modernizou a saúde no Brasil. Tornou o atendimento qualificado, humanizado e com informações pertinentes do cidadão. São essas novas tecnologias que ajudam a modernizar a gestão da saúde.

O Hygia é um sistema para gestão de saúde que possui integração ao prontuário global do paciente. Uma vez adaptado ao seu sistema, tenha acesso aos dados do paciente e compartilhe entre os médicos, para realizar um atendimento qualificado e de amplo conhecimento do estado de saúde do paciente. Solicite uma demonstração gratuita.

Gostou do texto? Diga nos comentários o que acha do prontuário eletrônico, queremos sua opinião. Aproveite e siga o Hygia nas redes sociais. Até a próxima!

Categorias: Artigo

1 comentário

Sistema Hygia conquista certificação SBIS | Blog Hygia · 28 de agosto de 2018 às 12:08

[…] maneira é possível estabelecer critério mínimos de qualidade para os sistemas de PEP (Prontuário Eletrônico Médico) utilizados nas UBS. A SBIS em parceria com o Ministério da Saúde definiu um conjunto de […]

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *